Castelos, museus e património
A um castelo não falta nada a não ser atenção. Tem história, tem sítio e tem guias que sabem casos que não se leem em lado nenhum.
O mais interessante já não existe
A torre que ardeu, a planta original, as pessoas que ali viveram. O guia aponta para um monte de pedras e diz «aqui ficava a capela» — e o visitante não vê nada. Uma fotografia não resolve isso, porque só se pode fotografar o que ainda está de pé. O Kiult é a maneira de mostrar um estado que só sobreviveu numa planta, numa crónica ou numa descrição técnica.
O que podes filmar
O alcaide
Um zelador que serve aqui há séculos e não sabe disso. Cada episódio é um enigma, e o espectador pode resolvê-lo antes dele. A resposta chega na última frase — e quem adivinhou escreve-a nos comentários.
Mitos e lendas
Uma lenda local transformada em série. Funciona para qualquer freguesia, não só para castelos: em todas há pelo menos uma história que os mais velhos ainda contam e os novos não conhecem.
Antes — hoje
O mesmo plano em duas versões: o passado reconstruído e o presente. A passagem entre os dois é todo o conteúdo — e ao mesmo tempo o motivo para vir ver.
Uma peça da reserva
Um objeto que passa quase o ano inteiro na reserva. Um vídeo curto devolve-lhe o contexto: quem o usava, para quê, e porque é que sobreviveu.
A que deves estar atento
- A personagem crias uma vez só — o aspeto e a voz mantêm-se em todos os episódios, por isso a série não muda de cara de cada vez.
- O facto histórico faz parte do briefing. O Kiult produz a imagem, não o conteúdo da história — verificar a fonte cabe à instituição, e é justamente o que ela tem de mais valioso.
- Cada vídeo pode terminar num convite concreto para visitar. A série tem de vender a visita, não as visualizações.
O que podes produzir
- 5 s – 90 sduração de um reel
- 5 s – 1 minduração de um anúncio
- 10 scena isolada mais longa
- 8categorias de conteúdo
- 64formatos já prontos
- 14idiomas da interface